Gabriel Vasconcelos, da Agência iNFRA
A Petrobras fechou o segundo trimestre de 2026 com produção média de 3,336 milhões de boed (barris de óleo equivalente por dia, o que considera petróleo e gás natural), alta de 14,1% na comparação com o mesmo trimestre de 2025. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, de janeiro a março de 2025, houve alta de 3,4% na produção total da estatal. As informações constam no relatório de produção da companhia, divulgado nesta terça-feira (28).
Segundo a Petrobras, o desempenho forte neste início de ano se deveu, principalmente, a maior eficiência operacional; ramp-up (aumento da produção) dos FPSOs Maria Quitéria, no campo de Jubarte, Alexandre de Gusmão, no campo de Mero, P-78, no campo de Búzios, além do início de produção do FPSO P-79, no campo de Búzios.
“Neste trimestre, entraram em operação 10 novos poços produtores, sendo 4 na Bacia de Campos e 6 na Bacia de Santos”, reportou a companhia. O aumento da produção aconteceu simultaneamente à escalada da cotação do petróleo devido à Guerra no Oriente Médio, o que deve resultar em maior receita para o período, a ser revelada ao mercado no início de agosto, em balanço financeiro.
A maior parte desse óleo e gás, 83,5%, veio do pré-sal, onde foram produzidos 2,78 milhões de boed, também um novo recorde. No trimestre anterior, essa produção foi de 2,66 milhões de boed.
A produção comercial de óleo e gás no período ficou em 2,92 milhões de boed, alta de 14,3% ante o primeiro trimestre de 2025 e alta de 3,4% contra a média dos três meses imediatamente anteriores.








